It is important that ‘leisure use’ of Information and CommunicationTechnology does not become seen as something to be eliminated in theinterests of efficiency. In practice, personal and learning uses. . . areimpossible to distinguish, and universities should recognise the value ofblending the academic with the personal. (Breen et al, 2001: 113)Stage 3: Information exchangeAt this stage, information can be exchanged and co-operative tasks can beachieved. The big advantage of asynchronicity is that everyone can exploreinformation at their own pace and react to it before hearing the views andinterpretations of others.Participants’ learning requires two kinds of interaction: interaction with thecourse content and interaction with people, namely the e-moderator(s) andother participants. Whether on campus or in a distance learning programme,content is usually best sent to participants as well-designed and carefully preparedprint material or by using videocassettes, CD ROMs and other pre-recordedmedia. Participants often find that references to course content, including linksto online resources such as Web sites, provide useful motivation. However, it’sbest to resist the temptation to try to present every topic in the syllabus!
Creio serem fundamentais as atividades de aprendizagem digital, com recursos recreativos, ao permitirem de forma lúdica e amplia, assumir diferentes formatos para cumprir o processo de aprendizagem dos alunos, abordando assim muitas maneiras de transferência do conhecimento.
Tendo sempre em conta os diferentes e variáveis caminhos, para promover o papel ativo do estudante, estimulando uma aprendizagem e construção autónoma do conhecimento, mediante os princípios para desenhar atividades assíncronas, num ambiente ‘online’. Permitindo a participação de todos os estudantes, a seu próprio tempo, permitindo também a partilha das reflexões e assim uma aprendizagem colaborativa.
Um dos recursos do “learnign”, com grande potencial, são os audiovisuais, sendo um elemento central importante nos contextos virtuais de aprendizagem, com todas as suas plataformas e redes de distribuição e acesso, que permitem novos recursos que propõem um novo paradigma da aquisição do conhecimento e da educação.
Estas atividades devem ser criadas com uma “boa estrutura de comunicação para gerar uma autêntica comunidade virtual de aprendizagem”, como propõe Moreira, José António Marques; Henriques, Susana; Barros, Daniela (2020, p. 353), estando claro que devem ter presente os elementos básicos de organização, seleção de recursos, preparação e avaliação de e-atividades de aprendizagem.