A leitura do capítulo dedicado às e-atividades revela uma abordagem clara e prática sobre como desenhar boas atividades de aprendizagem em ambientes digitais. A proposta assenta numa perspetiva pedagógica centrada no estudante, com base na aprendizagem ativa, na colaboração e na construção do conhecimento através da interação com os outros e com os conteúdos. Criar boas atividades neste contexto implica, antes de tudo, uma intenção pedagógica clara: é essencial saber o que se pretende que o estudante aprenda, de que forma esse objetivo se liga ao percurso formativo e como pode ser alcançado num ambiente digital. Mais do que replicar o ensino presencial em formato online, trata-se de repensar as práticas, aproveitando o potencial da tecnologia para criar experiências de aprendizagem mais ricas e significativas. Uma boa atividade deve considerar o contexto dos alunos, as suas competências digitais, os seus interesses e diferentes ritmos de aprendizagem. Deve incluir orientações claras, tarefas bem estruturadas, prazos definidos, canais de comunicação acessíveis e critérios transparentes de avaliação. Ao mesmo tempo, deve estimular a autonomia, o pensamento crítico e a capacidade de trabalhar em colaboração. O papel do professor é essencial neste processo, não como transmissor de informação, mas como facilitador da aprendizagem. Cabe-lhe desenhar propostas desafiantes, acompanhar o progresso dos alunos, fornecer feedback regular e promover o diálogo entre todos os participantes.
- Jul 2025
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Para criar atividades de aprendizagem em ambientes digitais temos de combinar objetivos pedagógicos com as oportunidades oferecidas pela tecnologia, promovendo interação e colaboração entre os estudantes. Acho essencial definir metas claras e propor atividades relevantes que incentivem uma participação ativa,Os momentos síncronos e assíncronos, permite um maior envolvimento dos estudantes, Uma aprendizagem ativa, baseada na resolução problemas, também deve ser incentivada, com desafios práticos que permitam aplicar o conhecimento de forma crítica. Devemos contar com um feedback contínuo, tanto por parte do professor como dos colegas, que ajuda os estudantes a atingir uma aprendizagem mais rica e reflexiva. Para garantir a inclusão e acessibilidade, devemos criar atividades flexíveis, que se adaptem às necessidades de todos os estudantes. Ao usarmos ferramentas tecnológicas adequadas facilitamos a criação de um ambiente interativo e estimulante.
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