4 Matching Annotations
  1. May 2024
    1. O Direito de Amar os “Heróis” dos Romances

      As características das personagens de um livro podem torná-lo, do nosso ponto de vista pessoal, bom ou mau. Neste capítulo, é destacada a importância de, criticamente, julgarmos essas personagens e tomá-las como exemplo, positivo ou negativo, para a nossa vida.

    2. 4

      Segundo variados relatos de pessoas conhecidas, o livro "O Principezinho" é um excelente exemplo do direito de reler. Dizem que a nossa perspectiva e a forma como o interpretamos a história muda consoante a nossa maturidade e, por isso, devemos reler os nossos livros.

    3. 3

      Existem variados motivos para um leitor não terminar a leitura de um livro. Se a história deixa de interessar ou se não superou as expectativas, a continuação da leitura não deve ser uma obrigação. Por outro lado, posso relatar uma história interessante: tenho uma amiga que não tem coragem de ler um dos livros do Harry Potter (não me recordo exatamente qual), pois soube, através dos filmes, que a sua personagem favorita morre. Sendo assim, enquanto ela não ler o livro, a personagem continua viva. Ou seja, o facto de estarmos tão envolvidos na história pode fazer com que não a queiramos acabar.

    4. 1O Direito de Não Ler

      Neste primeiro capítulo somos confrontados com o direito de não ler. Como é referido, e como podemos comprovar pelas nossas experiências pessoais, os indivíduos sentem, cada vez menos, a necessidade de ler, pois são assoberbados com outras formas bastante mais apelativas de entretenimento. No entanto, está também a perder-se o incentivo à leitura e, também por isso, a falta de necessidade de leitura sentida - é cada vez menos dada a oportunidade aos indivíduos de se envolverem na leitura e saberem se querem ou não (ler é um direito, não um dever) continuar a ler. Por outro lado, acho importante contrapor a expressão "não estamos permanentemente a ler". A verdade é que, apesar desta leitura poder não ser de livros, somos frequentemente (e até inconscientemente) chamados à leitura: seja um jornal ou uma revista digital, uma publicação no Instagram/Facebook, um outdoor à margem da estrada, etc.. Todas estas ferramentas, que estão já incutidas nosso cotidiano, apesar de não serem, maioritariamente, educativas, estimulam também a leitura (e, na verdade, nem todos os livros são educativos).