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  1. May 2024
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    1. . E o ensinoonline está cada vez mais se fundindo aos ambientes físicos, de modo que os alunos tenhamacesso aos benefícios da instituiçªo de ensino enquanto aprendem.

      Na afirmação anotada podemos pensar na combinação de diversos espaços de aprendizagem que formou o Future ClassRoom Lab (FCL), criada pela European Schoolnet, em 2012, representando um ambiente de ensino e aprendizagem inovador, com o recurso a tecnologias digitais, composto por diversos espaços flexíveis e reconfiguráveis, que permitem aos professores a utilização de novas abordagens pedagógicas envolvendo a pedagogia, a tecnologia e a configuração espacial das salas de aula.

      Em Portugal, foi adotado o Ambiente Educativo Inovador (AEI), baseado no FCL, já existente em algumas escolas este é dividido em seis cenários de inovação pedagógica, nomeadamente: Criar, Interagir, Apresentar, Investigar, Partilhar e Desenvolver, que permitem a adoção de metodologias promotoras de aprendizagens significativas. Um AEI não só contribui para motivação das aprendizagens dos alunos mas também para o desenvolvimento de competências tais como auto-estima, autonomia, competências digitais, bem como outras competências que estão no Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória (Martins et al., 2017), por exemplo capacidade de resolver problemas, comunicar, colaborar e aprender ao longo da vida (Moreira & Horta, 2020, p. 11).

      Imagem extraída de (Moreira & Horta, 2020, p. 9).

      Bibliografia

      Martins, G., Gomes, C., Brocardo, J., Pedroso, J., Carrilo, J., Silva, L., Encarnação, M., Horta, M., Calçada, M., Nery, R., & Rodrigues, S. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. ME,DGE.

      Moreira, J. A., & Horta, M. J. (2020). Educação e ambientes híbridos de aprendizagem. Um processo de inovação sustentada. Revista UFG, 20. https://doi.org/10.5216/revufg.v20.66027

    2. Nos termos da recém-criada nomenclatura do ensino híbrido, os modelos de Rotaçªo porEstações, Laboratório Rotacional e Sala de Aula Invertida seguem o modelo de inovações híbridassustentadas. Eles incorporam as principais características tanto da sala de aula tradicional quantodo ensino online. Os modelos Flex, A La Carte*, Virtual Enriquecido e de Rotaçªo Individual, poroutro lado, estªo se desenvolvendo de modo mais disruptivo em relaçªo ao sistema tradicional.

      Em (Staker & Horn, 2012) foi apresentado uma taxonomia com os quatro modelos principais para o ensino híbrido: o Modelo de Rotação; o Modelo Flex o Modelo Self-Blend (A La Carte) e o Modelo Virtual Enriquecido.

      Os modelos de Rotação por Estações, Laboratório Rotacional e Sala de Aula Invertida (Flipped Classroom) seguem o modelo de inovações híbridas sustentadas, juntando as características da sala de aula tradicional e o ensino online. Os modelos Flex, A La Carte (Self-Blend Model), Virtual Enriquecido e de Rotação Individual, apresentam uma disrupção relativamente a sala de aula tradicional.

      A seguinte imagem ilustra a classificação destes modelos de acordo o tipo de inovação, tendo como base a figura disponível em (Christensen et al., 2013, p. 28) .

      Bibliografia

      Staker, H., & Horn, M. B. (2012). Classifying K-12 Blended Learning. Innosight Institute, May.

      Christensen, C. M., Horn, M. B. H., & Staker, H. (2013). Ensino Híbrido: uma Inovação Disruptiva? Uma introdução à teoria dos híbridos. https://www.christenseninstitute.org/publications/ensino-hibrido/

    3. O ensino híbrido é um programa de educaçªo formal no qual um aluno aprende, pelomenos em parte, por meio do ensino online

      Em (Moreira & Horta, 2020, p. 7) é referido que a educação híbrida é vista como uma estratégia dinâmica que envolve diferentes ambientes de aprendizagem, abordagens pedagógicas, recursos tecnológicos e um processo de comunicação com alguma complexidade entre interações entre agentes humanos (AH) e agentes não-humanos (AH).

      Bibliografia

      Moreira, J. A., & Horta, M. J. (2020). Educação e ambientes híbridos de aprendizagem. Um processo de inovação sustentada. Revista UFG, 20. https://doi.org/10.5216/revufg.v20.66027