em direção aos objetivos a atingir
Também há autores que questionam isto que parece ser uma sugestão de que a avaliação incide apenas sobre objetivos previamente definidos (o que foi planeado antes do ato de ensino), desvalorizando os imprevistos acontecendo ao longo do processo educativo e que podem ter grande potencial educativo, razão pela qual não deveriam ficar fora da avaliação. Como afirma Kliebard (1991), essa visão estreita da avaliação "não leva em consideração resultados latentes que talvez sejam os mais significativos" (p.126). Referência Kliebard (1991). Crítica aos princípios de Tyler. In F. A. Machado e M. F. Gonçalves (Orgs.), Currículo e Desenvolvimento Curricular: problemas e perspectivas (pp. 125-127). ASA. [Francisco Sousa, Universidade dos Açores]