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  1. May 2024
    1. O Direito de Não Ler

      O direito de não ler é algo que está à diposição de todos, por isso, torna-se muitas vezes uma ação que passa para segundo plano, muito rapidamente, seja por falta de tempo para o realizar, porque não consideram interessante ou até mesmo porque preferem outras atividades que não englobam a leitura. Neste contexto, é relevante salientar, que as pessoas não têm todas de gostar ou sentir vontade de ler,contudo, é muito importante criar ou ter o hábito de ler e especialmente, incutir esta vontade nas crianças.

    2. O Direito de Não Falar do Que se Leu

      O direito de não falar do que se leu, é um direito que cada leitor define. Cada um têm a sua interpretação e a sua reação em relação à leitura de um livro, por isso é muito importante respeitarmos que a pessoa não partilhe aquilo que leu. Os leitores quando decidem ler um livro têm as suas razões para o fazer " Por isso as razões que temos para ler são tão estranhas como as que temos para viver".

    3. O Direito de Ler em Voz Alta

      O facto de o leitor realizar uma leitura em voz alta permite não só uma melhor compressão por parte do leitor como também do ouvinte " O homem que lê em voz alta expõe-se totalmente aos olhos que o escutam ". Além disso, o leitor ao ler em voz alta vai captar com muito mais facilidade quem o está a ouvir e permite que se torne uma leitura mais atrativa e interessante.

    4. O Direito de Saltar de Livro em Livro

      Um leitor ao ter o direito de saltar de livro em livro, consegue retirar uma maior satifação daquilo que lê, pois não se foca apenas num estilo de livro. Ao ir mudando de livro consegue perceber qual o gênero de livro que prefere e que se sente disposto para o ler. Por vezes, os leitores ao vizualizarem um livro sentem a necessidade de parar a leitura do livro que estam a ler e optam por ler um outro " de o abrir onde nos apetecer e de mergulharmos nele por um instante, porque só dispomos desse instante"

    5. O Direito de Ler não Importa Onde

      Os leitores ao terem o direito de ler não importa onde, permite que quando estão a realizar a leitura se sintam concentrados, confortáveis e predispostos para o fazer. Cada pessoa têm o direito de poder escolher em que local prefere realizar a sua leitura, tudo depende das características de cada leitor.

    6. O Direito de Amar os “Heróis” dos

      Todos temos o direito de amar os heróis da ficção, o facto o leitor se identificar com alguma parte da história ou com uma personagem permite uma leitura muito mais significante, pois desta forma, o leitor vai sentir diversos sentimentos, uma maior curiosidade e para além disso, vai sentir melhor experiência na realização da leitura. O que não significa, que deva cumprir e acreditar-se em tudo o que é feito nos livros.

    7. O Direito de Reler

      O direito de reler um livro permite reviver uma leitura ou voltar a tentar ler um livro, que não conseguimos fazer no momento. Reler permite reavivar a memória dos acontecimentos de um livro, repensar e também confirmar o que já tinhamos lido. Posto isto, um leitor ao ter o direito de reler um livro, promove que o mesmo consiga usufruir novamante de uma leitura, mas vista com outros olhos, com uma outra reação e por fim, com uma nova perspetiva da história.

    8. O Direito de Não Acabar um Livro

      Por vezes os leitores optam por não terminar a leitura de um livro, sendo um ato que não têm de ser posto em causa. Nem sempre as histórias que são contadas nos livros, vão de encontro ao que o leitor esperava ou apenas não correponde às suas especatativas, por isso têm o direito de não acabar de ler, o que não significa que futuramente não sinta vontade de o ler,tal como é referido pelo autor " Talvez voltaremos a tentar, talvez não".

    9. O Direito de Saltar Páginas

      Nesta parte do texto, o autor reforça a ideia do direito de saltar páginas. O facto de um livro apresentar uma determinada ordem de capítulos ou páginas, não obriga o leitor, a cumprir a mesma, tal como é referido no texto " Digamos o que dissermos, o aborrecimento teimoso que impomos a nós próprios não está relacionado com o dever, é uma categoria do nosso prazer de ler", ou seja, o leitor ao poder saltar páginas livremente, permite que o mesmo, sinta que pode apenas ler aquilo que está a disposto, além disso, proporciona a quem está a ler uma convição maior para realizar a leitura do livro e de uma forma mais prazerosa.