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  1. Oct 2024
    1. O nosso principal objetivo foi enquadrar as e-atividades no contexto doensino e aprendizagem em ambientes virtuais.

      A ideia das e-atividades centradas nos estudantes promove uma aprendizagem mais significativa, uma vez que eles deixa de ser somente recetores de informação, para passarem a ser parte ativa do processo de criação e partilha de conhecimento.

      O futuro do ensino, sobretudo a distância, são estas redes de conhecimento, em que todos seremos consumidores e produtores de recursos.

    2. a seleção de ferramentas tecnológicasadequadas para cada atividade

      A escolha adequada das ferramentas digitais tem um impacto direto na eficácia das e-actividades, permitindo que se ajustem (ajustá-las) melhor aos objetivos de aprendizagem

    3. As e-atividades a desenvolver com os estudantes podem assumir váriosformatos, desde as que requerem uma ação mais independente eindividual, por parte do estudante, até aquelas que implicam ações degrupo e colaborativas

      As e-atividades podem ser individuais ou colaborativas, e têm diferentes durações e objetivos. A diversidade de tipologias permite adaptar as atividades às necessidades e perfis dos estudantes, bem como aos objetivos a atingir, e podem (devem poder) ser ajustadas.

    4. Refere a necessidade de identificar os momentos críticos paraa intervenção docente, bem como o papel dos estudantes e facilitadores

      Enquanto docente saber reconhecer os momentos criticos da nossa intervenção é fulcral. São pontos chave no processo de aprendizagem em que é essencial orientar ou motivar, garantindo que os estudantes alcancem os objetivos de aprendizagem propostos.

      Podem ocorrem no início da e-atividade (esclarecendo os objetivos por exemplo), durante a sua realização (esclarecendo dúvidas, fornecendo feedback); e na conclusão (feedback destacando os pontos fortes e as áreas a melhorar futuramente).

    5. Churches (2009) realizou uma revisão da taxonomia de Bloom (TaxonomiaDigital de Bloom) para o apoiar no sentido de realizar e-atividades variáveis

      A Taxonomia Digital de Bloom (adaptação da Taxonomia de Bloom, atualizada para o mundo digital), pretende organizar o processo cognitivo em níveis, como na versão "original", mas incorpora verbos / ações associados às ferramentas digitais.

      Com base nesses verbos (de ação), podemos construir atividades que levem os estudantes a aplicar essa capacidade. Exemplos: atividades "lembrar" podem incluir pesquisas online, atividades "criar" podem envolver a produção de conteúdos multimédia, blogs, etc...

      Ao estruturar as e-atividades de acordo com os níveis da TDB, os docentes conseguem estimular o pensamento crítico e fomentar uma aprendizagem mais inclusa e envolvente

    6. Um outro elemento importante em todo este processo é o feedback.

      Não há ensino sem feedback. O feedback [de e para o professor] é absolutamente fundamental na aprendizagem dos estudantes, permitindo-lhes compreender os objetivos e o seu progresso, identificando áreas de melhoria.

      O professor deve assim ser claro, específico, dando feedback construtivo e orientado para a ação (ajudando a promover autonomia).

    7. nossos

      As e-atividades são estratégias essenciais não só para o desenvolvimento de competências como para o cimentar de conhecimento. De forma a serem eficazes precisam de fomentar a motivação extrínseca, ser pedagogicamente eficazes e favorecer a inovação e participação dinâmica dos estudantes.

    8. Ao desenhar estratégias de aprendizagem que incluam e-atividades,é importante considerar alguns aspetos

      As e-atividades são estratégias essenciais não só para o desenvolvimento de competências como para o cimentar de conhecimento. De forma a serem eficazes precisam fomentar a motivação extrínseca, ser pedagógicamente eficazes e favorecer a inovação e participação dinâmica dos estudantes.