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  1. Jul 2025
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    1. Por outro, devem fomentar os diferentes tipos de interações. Isto é,através da e-atividades são colocadas em jogo competências diversas, quepossibilitam as aprendizagens, tanto a nível individual, como ao nível do trabalhocolaborativo, pois o contexto social e as interações com o meio são elementosessenciais à construção individual do conhecimento (Barberà, 2003)

      Ao ler este parágrafo, identifiquei, algo que enquanto professora tenho refletido, que a inserção da diversidade de metodologias de ensino aprendizagem e também no processo de avaliação, poderá ir muito mais encontro de cada aluno, na construção individual do conhecimento, e também desta forma potenciar a motivação de cada um para concretizar os seus objetivos. Tomei a liberdade de perguntar ao ChatGPT a relação entre este excerto do texto e diversidade de estratégias no processo de ensino aprendizagem. Resposta do ChatGPT "A citação de Barberà (2003) sublinha um aspeto essencial do processo educativo: o conhecimento constrói-se não apenas de forma individual, mas também através das interações sociais e do contacto com diferentes contextos. Esta visão reforça a necessidade de diversificar as estratégias de ensino-aprendizagem, especialmente em ambientes digitais ou híbridos, onde as e-atividades desempenham um papel central. Ao recorrer a diferentes tipos de atividades — como fóruns de discussão, trabalhos de grupo, projetos colaborativos, portfólios digitais ou simulações — os docentes potenciam diferentes formas de interação: aluno-conteúdo, aluno-aluno e aluno-professor. Cada uma destas interações contribui de maneira distinta para o desenvolvimento de competências cognitivas, sociais e metacognitivas. Além disso, a diversidade estratégica permite responder melhor às diferenças individuais, reconhecendo que os estudantes aprendem de maneiras variadas. Por exemplo, atividades que promovem o trabalho colaborativo favorecem o desenvolvimento de competências sociais e comunicacionais, enquanto tarefas individuais podem incentivar a reflexão crítica e a autonomia. Neste sentido, a utilização de metodologias ativas e colaborativas, apoiadas por tecnologias digitais, não só amplia as oportunidades de interação, como também torna o processo de aprendizagem mais significativo. Afinal, tal como destaca Barberà, o contexto social e a interação com o meio são determinantes para a construção individual do conhecimento — e quanto mais variadas forem essas interações, mais ricas e profundas tendem a ser as aprendizagens."

    2. Cabreo e Román (2006) as e-atividades podem-se classificar, de uma formahierarquizada, tendo em conta as suas funções, em:• Socialização, são aquelas que permitem ‘quebrar o gelo’ entre osparticipantes e fomentar a noção de classe virtual – socialização online;• Aquisição de conceitos ou de vocabulário específico;• Aprofundamento de uma determinada matéria;• Transferência de conhecimentos para contextos diferentes dos utilizados;• Aplicação dos conteúdos/aprendizagens aos contextos de profissionais.

      A Socialização sem dúvida é muito importante no inicio da interação e colaboração entre estudantes. As atividades referenciadas como "quebrar o gelo" para que os estudantes tenham a noção de grupo são fundamentais como é referido. Que estratégias podemos implementar quando não funciona da forma que esperamos? Podemos reforçar? Ou simplesmente apelamos à participação? Claro, que teremos que ter sempre respeito pela individualidade e diversidade de cada estudante. E neste processo quando percebemos que alguns inscritos não participam ou não estão a conseguir acompanhar o que fazer? Claro, que no ensino de adultos a responsabilização e autonomia é fundamental, mas também sabemos que nem sempre é assim. Enquanto professor qual é realmente o meu papel? Principalmente quando percebo que não está a resultar? Mudo estratégia?....