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  1. Oct 2023
    1. training online educators in the strategies E-tivities, e-Moderation, and the 5-Stage Model which would have the potential to not only widen online teachers’ capabilities, but potentially target and identify teaching and design capabilities that cater to these integral CoI components

      Enquanto recomendação, revejo-me nesta necessidade. Serão atividades simultâneas em curso. Por um lado, a seleção de conteúdos para abordar e transformar a partir de competências e aprendizagens: por outro o domínio dos recursos que permitam esta capacitação de aprendizagem em ambientes digitais.

      Ana Isabel Silva - Estudante 2302740

    2. "E-tivities from the Front Line”

      Não pude deixar de reparar que “E-tivities” subtrai o “ac-tivities”, comutando pelo “e-”. Contrariamente à atual redação de “atividade”, em português que omite o grafema <c> e com o valor /k/, originando a grafia “atividade”, substituir, em inglês “ac-” por “E-tivities”, pode sugerir que a base semântica de “actitivies” tenha sido comutada, já que não houve acordo ortográfico no inglês que preconize a mesma alteração que ocorreu em português. Não é o caso, porém, achei curiosa esta proposta, ainda que salvaguardada entre aspas. Esta designação “e-tivities” sugere-me, face às leituras intertextuais, a clarificação deste “e-“como funcionando com o valor do prefixo “e-”, como sucede em emoção, substantivo que tem na sua base morfológica o verbo mover. A emoção é o que nos move ou faz mover, em sentido lato. Cria, em nós, algum alvoroço e inquietação. Portanto, se “e-ativities” substituiu o “ac-“, apenas na motivação, pois na ação (action/activities) também há movimento. Sabemos, porém, que “e-” de “e-tivities” funciona com a devida eficiência energética que nos caracteriza, ou seja, regula-se pelo princípio de economia de rentabilizar recursos, neste caso semântico-morfológicos, a saber: “e-“de e-learning, e “e-” emotion.

      Feitas estas considerações, e respondendo à questão que nos foi colocada, se se trata apenas de encontrar estratégias de motivação para esta mudança de paradigma... Sim, há uma intenção de encontrar estratégias de motivação por parte das instituições de ensino superior. No entanto, penso que há fundamentos mais umbilicais que me fazem mover neste novo paradigma e modalidade de aprender e ensinar. Por um lado, a possibilidade de conhecer recursos educativos abertos que me permitam rentabilizar o tempo, organizando-o de forma mais disciplinada, [ainda que esta abordagem exija uma preparação temporal ainda não conquistada nas instituições de ensino superior]; por outro lado, move-me a possibilidade de acompanhar de forma mais consistente os percursos e os desempenhos dos estudantes de forma efetiva: feed up (clarificar os objetivos de aprendizagem); feedback (fornecer informação útil e pertinente relacionada com os objetivos de aprendizagem); feed foward (possibilidade de reorganização das suas ações de ensino e de apoio à aprendizagem). É o processo de autorregulação e de regulação de aprendizagens formativa (Brookhart, 2010) a que me refiro como docente/orientadora de aprendizagens e que, com a modalidade online, me parece ser mais regulado, eficaz e inclusivo. Tal exigirá a diminuição de número de estudantes por turma, e mais autónomos, claramente. Também me apraz refletir acerca dos desafios que nos são colocados como docentes, já que implica apropriar-nos de outro modelo de construção de conhecimento e a natural resistência e medo de controlo sobre o processo de ensino/aprendizagem. Outro desafio é a forma como conseguir organizar um sistema b-learning ou e-learning sem correr o risco de fazer e-tivities a vulso, como tem sucedido em diferentes momentos e ocasiões, ao invés de um continuum. Parece-me que a barreira está precisamente aqui, em dar o passo em frente e construir um caminho em vez de saltar de poldra em poldra, bem como na nossa formação para esta mudança de paradigma.

      Ana Isabel Silva - Estudante 2302740