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  1. May 2024
    1. **Outro aspecto observado nas práticas pedagógicas do Quadro 1, é que essas permitem a sensação de presencialidade e imersão, que são características do metaverso, o que já era percebido pelos autores: Maria (2010); Gomes (2012); Silva (2012); Schaf (2011); Locatelli (2011); Pires (2010) e Costa (2008). **

      Entendo ser esse um dos maiores desafios, em complemento aos demais já apresentados pelos colegas: criar experiências que realmente promovam presencialidade e imersão do ponto de vista da aprendizagem, não apenas pelo lado lúdico da tecnologia envolvida.

    2. em termos de educação deve-se ter consciência que a RV não deve ser utilizada indiscriminadamente. É necessário ter um propósito, planejamento e um objetivo claro por parte do professor. Dessa forma haverá clareza na aprendizagem e a RV não perderá sua função em si mesma (Santos, 2019, p. 43).

      Um mantra que deve acompanhar todos os docentes no uso do metaverso, RA e RV. E vale, claro, para qualquer ambiente virtual de aprendizagem, como vimos anteriormente nessa UC.

    3. *Campos (2022) aborda o metaverso como sendo uma rede de ambientes virtuais sempre ativos, um lugar onde pode acontecer uma interação entre as pessoase entre objetos digitais *

      Essa nova dimensão, onde o relacionamento entre pessoas e entre pessoas com objetos de aprendizagem pode ocorrer sem barreiras é de um potencial realmente inimaginável. A questão é lidar com as barreiras de entrada, relacionadas às questões de infraestrutura, desenvolvimento e capacitação dos docentes. Sabemos do valor da aprendizagem gerado pelas relações, seja entre pessoas, entre pessoas e objetos de aprendizagem e entre atores humanos e não humanos, por exemplo. Tudo isso está presente em AVAs e pode estar apresentado de uma forma muito mais disruptiva em um metaverso.

    4. Ou seja, ele viabiliza uma experimentação para além de uma sala de aula comum (Pereira, 2009).

      O que mais me atrai no assunto é a possibilidade de ampliação dos ambientes virtuais de aprendizagem. Novas possibilidades são sempre bem-vindas, se traduzirem abordagens pedagógicas que gerem a aprendizagem pretendida pelo docente, pelo aluno ou pela própria instituição. Mas, novas possibilidades precisam ser experimentadas até para que seus potenciais venham à tona e se provem realmente úteis. É assim que percebo o tema abordado aqui neste texto.