A cada dia, aplicações com inteligência artificial surgem nos mais diversos setores. O ChatGPT mostrou para as massas como essa tecnologia pode trazer grandes ganhos de produtividade, e isso ciou uma sensação de que a IA automatizará tudo por conta própria. Mas isso não é verdade: o ser humano ainda precisa supervisionar seu aprendizado e suas conclusões. Ainda assim, a colaboração inteligente entre máquinas e pessoas pode tornar possível coisas até então inimagináveis.
Esse trecho do texto me chamou a atenção, pois relata o potencial da Inteligência Artificial, revelada por meio do CHATGPT, a presença da insegurança sobre a automatização de tudo, porém ressaltando a relevância do ser humano para supervisionar seu aprendizado e suas conclusões. Creio que o papel do ser humano é ainda mais amplo em relação à Inteligência Artificial, pois ela não é um fim em si mesma, mas uma ferramenta a serviço dos seres humanos. Portanto, é essencial que os humanos assumam a liderança na definição dos objetivos e propósitos éticos para o desenvolvimento e aplicação da IA. Questões éticas e morais são fundamentalmente humanas, pois apenas os seres humanos têm a capacidade de refletir, debater e estabelecer princípios éticos que devem reger o uso da IA, de modo a evitar danos e proteger os valores humanos. As relações sociais e interpessoais são aspectos centrais da experiência humana, mesmo com a automação de tarefas, a dimensão humana das interações, cooperação e liderança não pode ser substituída pela IA. A questão chave é que, mesmo com o avanço impressionante da IA, o papel do ser humano ainda é fundamental, não se trata de uma substituição, mas de uma colaboração sinérgica que potencializa as capacidades de ambos. Nesse sentido, é necessário aproveitar os benefícios da IA de forma responsável e sustentável, considerando a relevância humana como crucial nesse cenário.