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  1. May 2024
    1. 10O Direito de Não Falar do Que se Leu

      Neste direito, o autor fala da intimidade que pode ser gerada pela leitura e de como essa intimidade pode ser comparada à intimidade que se pode ter com um ser humano. Decidi comentar este ponto porque me parece muito correto e muito real, pois sinto que é algo que acontece realmente. Quando mergulhamos numa história que nos liga a aspectos reais da nossa vida, ela pode tocar em assuntos sobre os quais não queremos falar, criando uma relação com o livro que não queremos partilhar, porque nos parece íntima e íntima. A leitura transporta-nos assim para um mundo privado do qual nem sempre queremos partilhar tudo e, como diz a autora, temos o direito de não o fazer.

    2. 5O Direito de Ler não Importa o Quê

      O autor fala da opinião de cada um sobre o que lemos, o que escolhemos, o que gostamos e o que não gostamos, o que consideramos "bom" e o que não consideramos... Mas para mim, para além de destacar o direito do ponto de vista do autor, gostaria também de acrescentar um outro ponto de vista e o dos outros. Ou seja, a opinião dos outros sobre as nossas leituras. Penso que é um ponto de vista interessante, pois é possível que, por vezes, nos sintamos julgados pelo tipo de livros que gostamos de ler, seja porque são popularmente considerados "maus" ou por qualquer outro motivo. O direito à leitura, independentemente do que aconteça, também se pode centrar neste ponto, uma vez que somos livres de ler qualquer tipo de livro sem que ninguém nos julgue.