10O Direito de Não Falar do Que se Leu
Neste direito, o autor fala da intimidade que pode ser gerada pela leitura e de como essa intimidade pode ser comparada à intimidade que se pode ter com um ser humano. Decidi comentar este ponto porque me parece muito correto e muito real, pois sinto que é algo que acontece realmente. Quando mergulhamos numa história que nos liga a aspectos reais da nossa vida, ela pode tocar em assuntos sobre os quais não queremos falar, criando uma relação com o livro que não queremos partilhar, porque nos parece íntima e íntima. A leitura transporta-nos assim para um mundo privado do qual nem sempre queremos partilhar tudo e, como diz a autora, temos o direito de não o fazer.