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  1. Nov 2024
    1. O texto estrutura os aspetos mais importantes de elaborar as e-atividades e, para mim, parece-me que a definição das competências de aprendizagem (usando a taxonomia de Bloom) é o ponto central para desenhar uma boa atividade de aprendizagem, seja uma e-atividade ou uma atividade em regime presencial. Mas, a minha experiência pessoal nesta formação faz-me pensar noutros aspetos vitais: a clareza da definição dos tempos e etapas desde o início do processo; a acessibilidade à informação, que deve ser muito clara e fácil; instruções minuciosas e claras sobre como aceder a todas as etapas, atividade e trabalhos/tarefas; um canal de comunicação “contínua” para esclarecer dúvidas e dificuldades. Se isto não existir, por mais bem estruturadas que as e-atividades estejam construídas, não vai haver aprendizagem, porque os estudantes nem as encontram ou não percebem como as realizar. Sinto isso “na pele”: imaginem um aluno a tentar entrar na sala onde está a decorrer a atividade de aprendizagem e não encontra a maçaneta da porta, e não consegue descobrir como é que a porta se abre, por onde é que se entra… e quando consegue (às vezes nem consegui), já era tarde; porque a atividade já tinha terminado, e já há uma nova porta para abrir. Gastei mais tempo a tentar perceber onde estavam os menus, como é que se entrava, do que a aprender… e isso gera frustração e desânimo, o que é francamente prejudicial a todo o processo de aprendizagem. Falta um canal simples e rápido para apoio e ajuda nas pequenas coisas que são imprescindíveis para que se chegue às atividades de aprendizagem (para abrir as “maçanetas das portas”).