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  1. Apr 2025
    1. The model shows how to motivate online participants,to build learning through appropriate e-tivities and to pace e-learners throughprogrammes of training and development.10

      O modelo de 5 etapas de aprendizagem online de Salmon (2002) pressupõe que professores e alunos intervêm de forma idiossincrática no processo de ensino e aprendizagem em ambientes virtuais e adoptam papéis distintos (i.e., “e-moderadores” e “e-aprendizes” respetivamente). A título de exemplo, ver o caso da aplicação do modelo de Salmon na educação num ambiente virtual multi-utilizador 3D como o “Second Life” (Salmon et al. 2010). Além do mais, a possibilidade de ponderar a utilização de tecnologias (atuais e novas) em contextos educacionais (existentes ou futuros) permitirá que as universidades e o Ensino Superior como um todo possam responder a desafios inesperados (e.g., os crescentes e complexos riscos e custos da fraude académica) e surja assim a tão desejada inovação pedagógica que permitirá inter alia uma maior e mais rica comunicação e colaboração dentro da comunidade virtual de aprendizagem tendo em vista a co-criação de (mais e melhor) conhecimento (Salmon, 2014, p. 225). Só assim estará a academia preparada para gerar uma valiosa experiência educacional a cada estudante de acordo com as suas preferências e necessidades e desta forma, contribuir para a educação 4.0 que agora se exige (e.g., potenciando as soft skills individuais e por conseguinte aumentando a empregabilidade dos futuros recém-licenciados a entrar no mercado de trabalho) (Salmon, 2019).

      Referências Salmon, G. (2002), E-moderating: the key to online teaching and learning, Routledge. Salmon, G. (2014), “Learning Innovation: A Framework for Transformation”, European Journal of Open, Distance and e-Learning, 17(2), pp. 220-236. Salmon, G. (2019), “May the Fourth Be with You: Creating Education 4.0”, Journal of Learning for Development, 6 (2), pp. 95-115. Salmon, G., Nie, M. and Edirisingha, P. (2010), “Developing a five-stage model of learning in Second Life”, Educational Research, 52(2), pp. 169-182.

      Filipe Sousa