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  1. Nov 2024
    1. Ela designa e resume simples-mente a hipdétese segundo a qual o mesmo principio de vecgaoestaria em exercicio nas agdes do agente instaurador, quan-do exerce seu poder de fazer, e nos processos espontaneosaté certo ponto analogos formalmente aos do fazer, mas nosquais nao estao implicadas nem sao discerniveis por meio daexperiéncia a liberdade e a eficacia de tal agente.

      mesmo motivo pelo qual ingold e hallam descreditam a idéia de inovação e orginalidade.

    2. Apéstertrazidosualiberdadeesuaeficdcia,0agentetraztambémsuaerrabilidade,suafalibilidade,suasubmissioAprovadobomoudomaulance.

      individualista e meio cristão

    3. Capazes de aparecer, a primeira vista,mais grandiosas, porque buscam comunhao nao somente comdevires particulares, mas também com vastos devires césmi-cos (pelo menos na ordem da vida), podemos estar certos deque essas experiéncias buscam antes uma reconstitui¢ao con-jectural que se distancia um bocado da experiéncia direta evivida por elas postulada. Ja a experiéncia do fazer instaura-dor, intimamente ligada a génese de um ser singular, é umaexperiéncia direta e incontestavel pelo agente instaurador dosatos, das condicgdes e agdes por meio das quais um ser passadesse modo de existéncia enigmatico e distante, mas intenso,do qual falei ha pouco, para a existéncia no plano do concreto.

      this feels like an individualistic spin, but it goes absolutely hand in hand with everything else i've been seeing, fenomenologia, improvisação, criação

    4. Eainda naotenho realmenteessaexperiénciaaoexaminaroescultor.E0préprio escultorque,aorealizarpoucoapoucosuasagoesinstauradoras,guia essametamorfosee,aomesmotempo,aexperimenta emsuasdiversasvias.

      aqui ele não está falando por exemplo, que o escultor é construído por meio do fazer, só que ele participa e experimenta como guia a metarmofose

    5. Naoposso,porexemplo, apreenderseparadamente nemaexis-|ténciarasaesimplesdacoisafisica,mas emtodocasoconcre-tamentedada,semoseuhalodedemandasporumarealiza-cao;nemavirtualidadepura dessa realizaciosemosdadosconfusosqueaesbocame aatraempara0concreto.

      continuando que as coisas pedem por significado

    6. Tomareiatémesmoseverasprecaugoes: evita-reiqualquerapeloaideiadefinalidade.Logoveremosporque,quandoretomarmosesseassunto.Aoprocurararelagaoentreexisténciavirtualeexigéncia concreta(pegoqueme conce-damouso dessestermosprovisérios,necessariospara queeunaoproponhanadaque naosejapositivoecerto),mepa-recequetenho apenasumamaneiraexperiencialdeaborda-laaqui:adapassagemdeum modoaoutroedessatransposi¢aoprogressiva

      perspectiva transformativa!!!

    7. “Sera que n3o estoupovoando esse mundo — que me aparece tio rico, t40 enobre-cido com tantas respostas ecoadas e t&o patético com tantasauséncias de resposta - com entidades imagindrias?”

      o que são essas projeções

    8. Cer-tamente, aquele que olha bem de frente para o fato que aca-bamos de expor - que sente como cada ser confusamente emediocremente preso a um plano de existéncia é como queacompanhado em outros planos por presengas ou ausénciasde si mesmo, se duplica ao se procurar neles e talvez assimse apresenta mais intensamente em sua verdadeira existén-cia — podera se maravilhar com a riqueza de uma realidadeassim multiplicada através de tantos planos de existéncia.

      lindo isso

    9. Devemos também considerartais seres pela perspectiva da obra a fazer, de uma obra em relacio a qual nfio estamos isentos de responsabilidade.

      estou meio confusa se isso se refere aos seres de adquirem significado por intermédio do artista, ou sobre como o artista e o filosófo adquirem SEUS significados por meio de como transformam os significados das coisas ao seu redor

      okay, eu acho que são realmente sobre a complexificação da formação de uma pessoa que depende tanto existencialmente do mundo ao redor

    10. Oartista,emtaiscasos,tem0encargodaalmacom\relagdoaos seresque ainda n&oatém, quepossuemapenasa/simpleserasaexisténciafisica. Eledescobre0que faltavaain-daaessa coisa,nesse sentido.Arealizagao queelelheconfere€ arealizacao auténticadeumserqueocupavatiosomente,porassimdizer,olugar quelhecabia nomododeexisténciafisico,masquepermaneciaainda pobreepor fazerem outro

      okay, então algo pode existir inegavelmente físicamente, mas as redes de significados podem ou não estar lá e isso afeta a existência - O artista tem o poder de imbuir esse significado - realização autêntica. Mas não é só o artista, o filosofo, o autor, etc. etc.

    11. Porém, quanto mais essa experiéncia me parece crucial epreciosa, intervindo na trama intima da vida e do pensamentopara sustenta-los e guia-los, mais acho importante me mantervigilante em relagéo a mim mesmo, a fim de nfo me aban-donar, acreditando encontrar af apoio e diregao, a uma sortenS?

      que verdadeiro e que complicado, né, a questão de quanto mais algo importa para alguém, mais cuidado se precisa ter para não confundir o que é paixão afetando a percepção. Ao mesmo tempo, as melhores reflexões derivam de um lugar profundamente pessoal e apaixonado.

    12. De sorte que, aqui, a existéncia realizada nao é ape-nas uma esperan¢a, mas também corresponde a um poder. Elaexige um fazer, uma acao instauradora. Esse ser realizado deque eu falava anteriormente é obra a fazer. E como 0 acesso auma existéncia mais real sé se obtém a esse preco, nao pode-mos escapar, no que concerne a nds mesmos, a necessidade denos interrogar sobre\o modo de existéncia dessa obra a fazer.

      existência como emergente!!!

    13. Aexisténciapodeseralgumavezum bemquepossuimos?Naoéela,antes,uma pretensoeumaes-|peranga?Detalmodoqueéprudenteadmitirqueaquestao:*'“esseserexiste?”dificilmentepodemosresponder usandoSimouNao; antesresponderemos usando0parMaisouMenos.

      continuando a moda fenomenológica - além do conhecimento estamos dizendo isso sobre a existência. radicalizando.

    1. Rather, she actively uses the imagery ofwitchcraft to give voice to long-suppressed grievances, coping with suffering bydeclaring herself the author of it. She makes of her own body the site of theworld’s injustice. Thus, she determines how she will play out the role whichcircumstance has thrust upon her. She dies deciding her own destiny, sealingher own fate (Jackson 1989:101).

      muito foda???

    2. but because ethnographicfieldwork brings us into direct dialogue with others, affording us opportunitiesto explore knowledge not as something that grasps inherent and hidden truthsbut as an intersubjective process of sharing experience,

      isso que eu tava falando em um tópico...

    3. For Dewey, empirical method begins andends in the lifeworld—the world of our everyday goals, social existence, andpractical activity. This is why an anthropology of the lifeworld is critical of “aspectator theory of knowledge” (Dewey 1980:23) in which intellectual goalsare divorced from what Bruce Wilshire calls “the gritty and obscure drama ofeveryday life” (1990:190)

      interação e inserção como base para apreensão

    4. There is now growinginterest in applying phenomenological methods to the cross-cultural study ofintersubjectivity—an imperative view, one might argue, given the ways inwhich the concept of culture often works, like the concept of race, as a tool forcreating and perpetuating radical divisions between Western and non-Westernsocieties in terms of distinctions between “us”—the rational and knowingsubjects—and “them”— the undifferentiated objects of our inquiry (

      imperativo cultural

    1. We see how the medium commits the participants to the construction of the peiformance, and how, while searching for clarification of the spirit's message, the people "create the meaning they discover." How could we ethnographers have ever described any peiformance, either ritual or narrative, without dealing with the audience as cre­ative agents who engage in acts of interpretation?

      E a coisa interessante é que em uma certa perspectiva, uma cínica antiespiritualista moderna, faria sentido entender isso então como um processo inautêntico. Mas é a parte da realidade concreta do processo que o significado é criado em conjunto com a interpretação.

    2. As we have paid increasing attention to the construction of the ethno­graphic text, we have put the ethnographer back into the text, and it may be that in some cases the ethnographer' s role has become too prominent, or as James Fernandez writes, we may not have paid enough attention to voices on the ground.

      para equilibrar, e esse é o caso

    3. To name an informant is to give up some measure of our own power, and paradoxically, to the extent that we yield control we are free to become more creative.

      isso é algo importante de manter em mente: uma filosofia de criação ao redor de improvisação não nega que ele ocorre dentro dos sistemas culturais - 1. ele complexifica esses sistemas (entropia) e 2. percebe esquemas de controle e de perda ou troca de controle, limitações, como férteis.

    4. As Renato Rosaldo shows, the unpredictability, variability, ambi­guity, and indeterminacy in culture provides the "social space within which creativity can flourish." People construct culture as they go along and as they respond to life's contingencies.

      essa parte que comeu muito para os da improvisação cultural - p.2

    5. That change is inherent in social life is not news. We have had enough critiques of static views of society over past decades to question the separation between homeostasis and transformation. Nevertheless, as Barbara Babcock and others suggest, we somehow feel compelled to "explain" change by reference to the gifted genius, the marginal individual, the charismatic prophet, or we evoke special features of the context, such as historical forces, unsettled times, or even the proverbial raiders from the north

      o que ocorre com John Liep, a narrativa conveniente de uma série de construções

    6. hermeneutic tradition that meaning is not prior to an event but is emergent in the event,

      estou encontrando muitos paralelos com Hal Foster em quem tem medo da NeoVanguarda, talvez eu deva aproveitar essa leitura que eu fiz. Mas sim, Hal Foster e Peter Bürger; um conhecimento sobre algo só pode ser tão desenvolvido quanto aquilo que é conhecido pode ser

    7. . Changes initiated by persons of power or by elite groups do have a higher probability of being more widely accepted by the larger society,

      A ver com o que john liep defende, que são necessárias condições corretas para que mudanças criativas possam ser absorvidas