They must also negate the complexities surrounding the current disruptive and unstable climates of online education and institutional economic security
Sem prejuízo de todas as vantagens inerentes ao desenho das E-atividades segundo o 5-Stage Model, nomeadamente com a contemplação dos quatro componentes da Presença Cognitiva, torna-se essencial que o desenho de uma E-atividade bem estruturada possa colmatar algumas limitações/constrangimentos. Uma delas aqui identificada, é a pressão para se fazerem convergir as atuais ideologias e práticas de ensino, com as ferramentas e expectativas do ensino digital em rápida expansão, o que levado ao extremo no ensino das artes e do trabalho prático realizado em ciências, poderá simultaneamente traduzir-se numa redução de orçamento destinado à compra de materiais para construção de obras e/ou modelos analógicos, também muito relevantes no desenvolvimento de competências estruturantes. Assim uma reflexão interessante que poderá ser realizada é “Será que estamos a integrar adequadamente as E-atividades com as atividades analógicas, promovendo um ensino híbrido de boa qualidade?” Noutra situação, com o intuito de se promover uma E-atividade colaborativa, onde os estudantes participem ativamente de forma envolvente e intencional, tal como descrita pelo Professor António Moreira, é verdadeiramente necessário que se possa ultrapassar os climas disruptivos instáveis que por vezes se instalam na educação on-line, desprovendo-a de um propósito bem claro e baixando os níveis de motivação dos participantes. Desta forma, a mediação/orientação dos professores assume um papel fulcral, não só na escolha das plataformas e softwares digitais que se irão utilizar no desenvolvimento das diferentes aprendizagens e competências, mas também na gestão do ambiente que se estabelece entre os participantes, com o objetivo último de criar uma verdadeira comunidade de aprendizagem.