CONCLUSÃO
Em jeito de conclusão do meu raciocinio sobre esta temática, considero que a definição, preparação e execução de e-atividades exige do docente uma maior rigidez no planeamento. O planeamento no ensino à distância é essencial, pois é fundamental todos os intervenientes terem a perfeita noção dos timings e critérios de todas as atividades desenvolvidas. Neste sentido, considero que no regime tradicional, cara a cara, existe uma maior fluidez no desenvolvimento destas atividades, sendo mais facilmente ajustáveis as características temporais do grupo de estudantes, permitindo uma maior flexibilização das mesmas. No planeamento e execução de e-atividades, para além da rigidez no planeamento (e-atividade 1 é para executar na semana 1. por exemplo), não existindo flexibilização temporal, o docente tem de saber lidar com as próprias restrições e limites das plataformas e ferramentas que utiliza e que os estudantes fazem sempre questão de testar. Ou seja, as próprias e-atividades estão limitadas aos limites das plataformas e ferramentas a utilizar, pelo que o professor deverá deixar sempre alguma margem de distância desses limites, levando a uma maior rigidez no desenvolvimento destas atividades .