Em um deles, veremos a tomada de decisões e a liderança se tornando demasiadamente centralizadas por tecnologias digitais. "Isto eliminaria a autonomia das pessoas, e lhe falta a diversidade e a inclusão que levam a melhores decisões", explicou.
Esse futuro distópico chama a atenção para o seguinte ponto: a ação humana é necessária na mediação das tecnologias e principalmente da IA.