2 Matching Annotations
  1. May 2024
    1. O Direito de Saltar Páginas

      Neste capítulo o autor quer dar a entender e a dar a ideia de que apesar de um livro apresentar uma ordem de informação/história, o leitor não é obrigado a seguir essa ordem e pode ler da forma que lhe apeteça, ou seja, o "saltar páginas" vai ressaltar uma "vontade" por parte do leitor pois acaba por ter e mostrar a vontade de ler certa parte do livro.

    2. O Direito de Não Ler

      No primeiro capítulo abordamos o direito de não ler. Como vemos no nosso dia a dia, ou provávelmente a nível pessoal, observamos que as pessoas sentem cada vez menos a vontade e a necessidade de ler, isto porque existem outras formas mais apelativas de terem conhecimento do que própriamente se sentirem na necessidade de leitura. Devemos entender que a leitura é algo benéfico para cada um, especialmente começar com esta rotina desde novos. Porém, todos devem ter na sua consciência o que lhes faz bem ou mal, e se não querem ler, é então um direito a que têm direito a 100% (terem a sua opção de escolha e vontade)