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  1. May 2021
    1. como proceder então pararealizar esta transição?

      A questão principal que engloba todas as outras. A resposta a esta questão consistirá do conjunto de respostas a todas as questões que se lhe seguem?

    2. Como se deve comunicar de forma assíncrona e síncrona com o grupo que agora se transformou numa comunidade virtual?

      Usando fóruns para a comunicação assíncrona e videoconferência para a comunicação síncrona, nos quais o professor age como motivador, criador de recursos digitais, avaliador de aprendizagens e dinamizador de grupos e interações online.

    3. Que tecnologiaseplataformas podem ser utilizadas para enriquecer o ambiente de aprendizagem?

      O artigo identifica três tipos, mas a distinção está mal feita, é preciso mais trabalho nesta questão:

      1. Recursos Educacionais Abertos (REA) - existentes na web são uma fonte inesgotável de recursos digitais que se podem vincular às atividades, quer para apresentar conteúdos, quer para enriquecê-las.

      2. Vídeos - pequenos vídeos editados e partilhados online com os estudantes:

        • no TED - Technology Entertainment Design encontramos TED Talks;
        • na Khan Academy encontramos aulas em vídeo acompanhadas de exercícios;
        • no Youtube encontramos canais de conteúdos/vídeos educativos que podem ser de canais temáticos ou de instituições de ensino superior (Discovery Channel, History Channel, The Open University, University of Yale, University of Stanford, MIT), ou ainda de serviços para escolas e professores (YouTube Teachers);
        • no iTunesU encontramos áreas para ensino não-superior (TeacherTube), uma plataforma para a partilha de vídeos educativos (Schooltube);
        • no Academic Earth encontramos cursos e vídeos online de universidades reconhecidas mundialmente;
        • no Vídeo-Lectures encontramos um repositório aberto e gratuito de vídeo-aulas;
        • no Edutopia encontramos vídeos para professores do ensino não superior;
        • no Vimeo encontramos vídeos educativos genéricos partilhados pelos utilizadores.
      3. Vídeos produzidos pelo próprio professor:

        • criados recorrendo a ferramentas tais como o Movie Maker do MS WIndows, ou o iMovie no Mac, mas existem centenas de milhares de ferramentas online gratuitas para edição e partilha de vídeo - vídeos curtos que não “cansem” os estudantes porque, na realidade, é preferível criar dezenas ou centenas de vídeos curtos a ter apenas um vídeo muito longo;
        • ou gravar as aulas via plataformas de videoconferência na web, tais como o Colibri/Zoom. Estas aulas dão origem a vídeos que podem ser editados e disponibilizados aos estudantes para as verem às vezes, quando for necessário.
    4. Gostei muito de ler este artigo. Tem uma componente mais pragmática na medida em que deixa sugestões concretas de métodos, técnicas, ferramentas e tecnologias para implementar as ideias e os conceitos subjacentes à educação em rede. Contudo, acho que o texto é igualmente provocador na medida em que lança muitas questões extremamente pertinentes, deixando apenas pistas para lhes responder, o que as continua a deixar em aberto.