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  1. May 2024
  2. drive.google.com drive.google.com
    1. Novos entrantes, mais do que empresas inovadoras, quase invariavelmente crescem até dominara indústria quando uma dessas inovações disruptivas emerge.

      Olhando para trás, para a Microsoft e Apple, contra o golias IBM. Parece um bom exemplo do conceito de disrupção, do risco que se corre, mas também do potencial e novos horizontes que se abrem.

      Cumps, Pedro Augusto

    2. descoberta maisimportante sobre estas trajetórias é a de que o ritmo do progresso tecnológico quase sempresupera a capacidade dos clientes de utilizarem esse progresso. Portanto, a tecnologia que nªo éboa o suficiente para atender às necessidades de seus consumidores em um dado momento dotempo muito provavelmente se aperfeiçoará de modo a se tornar boa o bastante

      Evolução do eco-sistema hibrido, onde a tecnologia, autores humanos e não-humanos, espaços e tempos, interagem numa simbiose evolucionária ... Nesta fase de transição, a tecnologia existe, mas o humano apresenta resistência à sua integração plena (não basta estar a jogar no tlm para se considerar integrado) , e corremos o risco de uma estagnação na evolução, por os atores humanos ficarem "acomodados".

      Cumps, Pedro Augusto

    3. Os modelos mais disruptivos, no entanto, estªo posicionados de modo a transformar osistema de salas de aula e tornarem-se os motores da mudança no longo prazo, particularmenteno nível secundário. Qualquer variedade de ensino híbrido deve se tornar obsoleta conforme adisrupçªo pura se torna suficientemente boa

      Vai ao encontro da minha opinião, a de criar uma base sólida através duma trajetória sustentada, e ao termos as condições adequadas (recursos tecnológicos e humanos) "darmos o salto" e optar por uma trajetória disruptiva que nos levará a novos "horizontes", que antes não se deslumbravam.

    4. parecem ser disruptivos

      Saliento o "parecem" , julgo que a resistência que existe em colegas, e também alunos, dificulta em muito a "transição" que vivemos hoje.

    5. forma híbrida é uma tentativa de oferecer “o melhor de dois mundos”— isto é, as vantagens da educaçªo online combinadas com todos os benefícios da sala de aulatradicional.

      Julgo, que devemos adoptar sempre formas hibridas na educação, "doseando" a componente analógica e a digital, conforme as necessidades e conforme a "receita" que aplicamos a cada turma, para a obtenção do maior efeito potenciador da aprendizagem.

    6. Um engano comum a respeito da teoria da inovaçªo disruptiva é o deque as inovações disruptivas sªo boas, enquanto as inovações sustentadas sªo ruins. Isto é falso

      Os ecossistemas híbridos da educação, estão aqui para ficar, e o passar desta fase de "transição" para a fase de "naturalização" é que pode demorar mais, ou menos, tempo conforme os recursos disponíveis, a formação dos professores e a resistência à mudança ! Onde uma postura "Just Do It" é essencial, na nossa geração, para que a educação seja "naturalmente" ONLIfe.

      O Covid19 foi um factor disruptivo, que fez acelerar esta transição, mas esta já havia começado `já algum tempo, num ambiente de inovações sustentáveis.

      Nunca devemos abandonar o analógico por completo, devemos o complementar através do uso, potenciador da aprendizagem, das tecnologias / atores digitais.

      A aplicação de inovações disruptivas devem ser muito bem planeadas com uma pedagogia bem definida, e sempre com sentido critico do seu sucesso ... um grande erro que se comete é que "o que é novo é bom" e nem se analisa se o realmente é !!!

      Pedro Augusto