15 Matching Annotations
  1. Nov 2024
    1. O texto é interessante. A ferramenta usada não é muito facilitadora para se ler os comentários de todos. Diria, não em convence na plenitude esta ferramenta. Pode ser somente uma primeira impressão.

    2. 46Seleçãoe-atividades Atividades mais usuais naquele campo científico Ter em conta as características dos alunosAtividades que possam mobilizar diferentes tipo de capacidades e permitam adquirir umadiversidade de competênciasAtividades mais motivantes para os alunos Ter em conta as possibilidades da redeFigura 3.9. | Seleção e-atividades

      É básico, mas falha-se muitas vezes nisto, não se tem o cuidado de desenhar a actividade de acordo com esta sequência.

    3. 43Tabela 3.2. | Modelo de desenho de e-atividades de acordo com Almenara, Osuna &Cejudo (2014

      Outra boa sugestão para a operacionalização do modelo.

    4. pensamento crítico

      O pensamento crítico não é cada um dizer o que lhe aprouver num contexto de aprendizagem e por vezes o que transparece é isto. Explicando um pouco melhor, pensamento crítico é reflectir sobre dado conteúdo de forma perspicaz, com capacidade de entender os impactos do conteúdo estudado nos fenómenos físicos, económicos, sociais ou humanos, tendo em consideração o nível de conhecimento de partida do estudante, e dar explicações sobre esse conteúdo, em confronto com o próprio conhecimento. Não é criticar só por criticar, sem fundamentação e sem capacidade de expor o porquê (oral, escrita ou por outra via) da sua crítica.

      Estamos a transformar, na maioria das vezes, o pensamento crítico como postagem de rede social. Sem leitura, sem reflexão (interdisciplinar) dificilmente teremos bom pensamento crítico, sem capacidade de apreender com o real, e isto implica conhecimento, sabedoria, algumas competências, também não existirá "pensamento crítico"!.

      Logo, no digital, pela velocidade do processo, pode até ser muito mais pernicioso o mesmo para o pensamento crítico. Aqui a é-actividade tem de estar muito bem desenhada.

    5. 36aprendizagem. O objetivo das estratégias de ensino é ajudar os alunos adesenvolver habilidades, competências e conhecimentos de forma eficaze significativa. As estratégias de ensino podem ser adaptadas para atenderàs necessidades dos alunos e tornar a aprendizagem mais eficaz. Alémdisso, as estratégias de ensino devem ser avaliadas regularmente paragarantir que elas estejam atingindo os seus objetivos de aprendizagem eajudando os alunos a desenvolver habilidades e conhecimentos relevantes.De acordo com Almenara, Osuna & Cejudo (2014) e transportando-nospara um ambiente virtual, as e-atividades são o elemento que facilita ainter-relação entre o Ensino e a Aprendizagem.Figura 3.3. | Papel da e-atividadeAs diferenças fundamentais das e-atividades, relativamente a contextospresenciais, encontram-se na possibilidade que a rede nos oferece aofavorecer contextos interativos com a informação, como entre, por umlado professores e alunos; por outro, entre alunos entre si. Esta possibilidadepermitirá realizar tarefas individuais, mas também de grupo, colaborativas.

      Discordo com a segunda afirmação da frase inicial. A relação professor-aluno, somente nas sessões síncronas poderá ser positiva. O modelo assíncrono terá um reduzido impacto. Contudo, como o confronto é com o ensino presencial, a relação no espaço de aprendizagem do estudante com o professor ainda continua a ser mais interactiva no presencial. A dialéctica potencial é bastante superior; o digital, é uma barreira nestes casos. Concordo sim é com a potencialidade da interactividade com a "informação" no digital, em especial a partir da web 2.0 e muito relevante nesta dimensão da interactividade com a web 3.0.

    6. objetivo das estratégias de ensino é ajudar os alunos adesenvolver habilidades, competências e conhecimentos de forma eficaze significativa

      Nunca o ensino construirá competências nas pessoas. O máximo que almeja é construir conhecimento e algumas capacitações que dependem: (1) das actividades realizadas; (2) da motivação intrínseca para o aprender. Sugiro a leitura do R. L. Ackoff (from data to wisdom).

    7. Não pretendo ser o "velho do Restelo", mas este modelo é aplicável para qualquer modelo de ensino, com as devidas adaptações linguísticas. No acto de aprender, no tradicional, se não se conseguir criar comunidades analógicas de aprendizagem, também será pouco efectiva a aprendizagem. O modelo é útil, porque nos dá uma guia de orientação, esta será a sua grande utilidade, não propriamente o foco no virtual.

      O virtual exige um outro tempo, uma outra gestão do tempo, pela sua disponibilidade 24/7, mas quem só vê rodapé de coisas, continuará a ver rodapé aqui e o impacto da aprendizagem será reduzido.

      Como afirmou, mas não concordando com a fundamentação geral, o Pedro Brasão, sem uma motivação intrínseca inicial, por muito brilhante que seja a e-actividade, o resultado da aprendizagem será sempre limitado.

    8. é possível proporcionar aos alunos uma experiência deaprendizagem mais enriquecedora

      Em relação ao tradicional/presencial? É uma dúvida, porque não concordo nada com estas afirmações assertivas. Se a afirmação estiver focada no ensino virtualizado, seja qual for o modelo de ensino, i..e, no uso de ferramentas digitais para se realizar determinada actividade, caso tenha existido o planeamento, a experiência só será enriquecedora se: existir um domínio mínimo da tecnologia, existir a motivação para a realização da actividade, existir o desejo de aprender. Se uma destas falhar, nada será enriquecedor. Seja no virtual, seja no presencial.

    9. o formato digital, a seleção de ferramentas tecnológicasadequadas para cada atividade e o planeamento de atividades qu

      Parece-me ser este o aspecto mais importante. A escolha das actividades, seja qual for o modelo de aprendizagem, virtual ou presencial, tem sempre de proceder às escolhas ajustadas das ferramentas a usar, a ferramenta deve potenciar o que se deseja com a actividades e deve ser de fácil uso, mas para isso o planeamento é necessário. Algo que não vejo reflectido neste texto (tendo lido-o quase todo), é o foco no colectivo, i.e., o actor que prepara a actividade; não encontro o conceito de equipa de construção de e-actividade. A grande diferença do virtual para o presencial e escolástico tradicional é a necessidade de se construir as actividades em equipa, quando no tradicional, na grande maioria das situações (mais de 90%) cada educador, professor, formador, consegue preparar as actividade de forma isolada e com qualidade. No digital, não sendo impossível, é muito mais complexo.