Se não quisermos converter ambientes em espaços de treinamento epuramente expositivos com blocos de informação, devemos incluir ase-atividades voltadas para a compreensão da informação, transferindo-as para outras situações ou aprofundando-as em questões relacionadascom a realidade dos estudantes. Cabero e Gisbert (2002).
Conforme destacam Cabero e Gisbert (2002), os ambientes digitais não podem ser a mera transposição da geografia física da sala de aula para uma geografia digital. Para evitar que os ambientes digitais se tornem espaços de ensino expositivos, é essencial incluir e-atividades que promovam a compreensão e aplicação prática do conhecimento. Isso pode ser alcançado através de atividades que desafiem os estudantes a aplicar o conhecimento em contextos do mundo real, tornando a aprendizagem mais relevante e significativa. Neste contexto, podem ser implementadas atividades como estudos de caso, pequenos projetos de investigação, simulações que replicam cenários do mundo real, debates online sobre temas relevantes, ou a criação de conteúdos educativos, como vídeos, podcasts ou blogs, sobre os tópicos estudados.