5 Matching Annotations
  1. Apr 2018
    1. Entre o sexto e o quarto século AC, um homem chamado Sidarta Gautama começou a virar a cabeça da população no leste da Índia, com sua profunda sabedoria espiritual. Ele recebeu o nome de “Buda”, que significa literalmente “o iluminado”, e até os dias de hoje, nos chegam muitos insights de seus ensinamentos.
  2. Jan 2016
    1. aqui Roger Scruton fala de "sentimento religioso" e "religião formal" como formas da pessoa tomar consciência da parte falta a este mundo e experimentar algo dela, ao invés de, perdido sem saber que falta algo e onde está essa coisa que falta, fica histérico, vivendo a modinha do momento.


      será que isto é a mesma coisa que o "viver no presente" da Pollyanna?

  3. Aug 2015
    1. graça versus obras.

      enquanto nós não encontramos nosso "verdadeiro Eu", diferenciando-o de todas as nossas vozes psíquicas, nós somos maus.

      fazer boas obras, fazer o bem, não resolve esse problema. é por isto que não existe salvação pelas obras. claro que fazer o bem pode atrair para nós a misericórdia divina, mas o problema fundamental é outro.

      a graça, talvez, seja aí a parte em apenas Deus, através de nossa dedicação individual e total a um projeto que foi estabelecido por Deus (daí vem a necessidade da religião revelada), nos concede essa diferenciação e identificação com nosso verdadeiro Eu.

    1. Um sujeito pergunta sobre o "não matarás" e a necessidade, talvez, de ter matado Hitler. Gugu responde que os mandamentos servem como referência para quando você não tem como avaliar a bondade e a necessidade de um ato ("se você não sabe o que fazer, não matarás"). Gugu lembra também que no mesmo dia do mandamento "não matarás", Moisés mandou matar 10 mil que estavam adorando o bezerro de ouro.

      Vem uma mulher toda séria e talvez até um pouco assustada com aquilo, e ela comenta:

      -- Mas com o advento de Jesus, entra o período da graça, e nós não podemos julgar se é um bem matar ou não. Nós não podemos julgar. Não cabe a nós julgar.

      -- Claro que nós podemos! Não cabe a nós julgar se o sujeito vai pro inferno, vai pro céu, mas é claro que cabe a nós!

      -- Você matá-lo?

      -- Claro que sim!

      -- Eu não posso julgar, não posso condenar ninguém à morte.

      -- Como não? Cadê? Onde que tá isso no Evangelho? Não tá isso lá.

      -- O julgamento pertence a Deus.

      -- O julgamento pertence a Deus! O tiro na cabeça às vezes pertence a nós.

    1. mulher fazendo as perguntas "normais" para o Gugu sobre determinismo e livre-arbítrio.

      são abordadas coisas como se Deus quer ou não que nasça uma criança pobre em uma favela, se Deus tem culpa das coisas ruins que as pessoas fazem, e aquela coisa de Deus criar o ambiente, as leis cósmicas, e então das às pessoas o livre-arbítrio para agir como elas quiserem ali dentro, e a partir daí Deus não manda mais nada.

      todas as perguntas são feitas ao estilo "eu entendo que as coisas são assim". e depois de uma das respostas do Gugu a mulher diz "eu entendi, mas não concordo".