5 Matching Annotations
  1. Apr 2018
  2. Dec 2017
    1. “The world had become an arctic prison from which no escape was possible, all its creatures trapped as securely as were the trees, already lifeless inside their deadly resplendent armour.”

      O trecho lembra a ideia de Michel Serres de que não há informação, não há narrativa, em um mundo totalmente determinado, como é o do Genesis antes de Eva.

  3. Feb 2017
    1. "Houve uma onda da esquerda na América Latina e agora, ao que tudo indica, haverá uma onda conservadora. São processos naturais, a história funciona dentro de ciclos."

      Uma manifestação da continuidade (criada sobre a história pela teoria) criticada por Foucault em A Arqueologia do Saber. Aqui, ela aparece como o caráter cíclico da história.

  4. Oct 2015
    1. What is a ubiquitous language? A set of terms used by all people involved in the domain, domain model, implementation, and backends. The idea is to avoid translation, because as Eric Evans points out, Translation blunts communication and makes knowledge crunching anemic. That is, every time we have to translate concepts between people — "oh, you're using 'user' in these cases where I'm using 'account'" — we lose a direct ability to think clearly about the thing we are building and to let new knowledge flow back and forth between domain and implementation. Investing in a ubiquitous language pays off in that it makes communication clearer, and allows teams to see more opportunities.

      eis aqui um exemplo de gente que ignora tudo o que já foi feito, tentado e pensado a respeito disto.

      desde a experiência escolástica de elaborar uma quantidade enorme de conceitos cujos significados deviam ser conhecidos pelo grupo -- aliás, a escolástica partiu de uma base que era exatamente a oposta: a de que todo e qualquer conceito utilizado deveria ser definido com grande clareza no início do discurso -- até a total situação de paralaxe cognitiva e sua identificação, muitas coisas diferentes foram tentadas e criticadas, e o que este homem faz? ignora tudo isto, ignora todos as desvantagens (e provavelmente também as vantagens, embora ele esteja defendendo) da prática de criar uma linguagem própria e exigir que os outros a dominem, para que nunca tenham que se reportar à experiência.

      e acha que é fácil. fala assim, como se fosse a verdade mais óbvia do mundo que deve-se fazer isto e pronto. e tem gente que acredita. aliás, estes jovens programadores fascinados provavelmente engolirão tudo (como eu mesmo devo engolir em outras situações).

      qual é a solução? não faço idéia.

  5. Sep 2015
    1. Así que el concurso en el pasado festival de San Sebastián de su Corazón silencioso (que se estrena este viernes 4 en salas comerciales) no presagiaba una fiesta cinematográfica. Y sin embargo, este drama —que se desarrolla durante un fin de semana, cuando tres generaciones de una familia se reúnen en una casa para que la abuela, enferma terminal, les comunique que quiere suicidarse— devuelve a un gran August. No será un bergman, pero al menos hay cine del bueno. “Bergman es Bergman. Nadie puede compararse. Fue un enorme director y una gran persona. Por suerte para mí fuimos amigos íntimos. Nunca me he sentido su hijo —ni me pueden calificar así—, aunque no he encontrado mejor colega ni casi mejor amigo en mi vida”. Y August se arranca en un elogio que parece una hagiografía de san Ingmar. “En ocasiones en la vida te encuentras ante hechos y elecciones en las que necesitas ayuda exterior, que alguien aporte una mirada distinta, y que además ese alguien sea de tu más absoluta confianza. Él era ese alguien al que yo telefoneaba, y siempre estaba disponible”.

      Bergman ocupó un lugar esencial en mi formación como espectador.