12 Matching Annotations
  1. Sep 2019
    1. Ultimately this could translate into fewer unintended pregnancies with their associated emotional distress for women and financial cost to the health care system.
  2. May 2019
  3. Feb 2018
    1. plataformas digitales para permitir una mayor participación en el proceso de co-diseño; constelaciones temáticas y laboratorios de diseño; exhibiciones interactivas itinerantes y laboratorios para alentar y facilitar la generación de nuevos imaginarios sobre y para la región en ciudades pequeñas y zonas rurales; compendios de casos reales (particularmente útiles para demostrar que ‘otras economías son posibles’);29 diversidad de metarrelatos, así sea en tensión los unos con los otros; la creación colectiva de escenarios
  4. Jan 2018
    1. en lugar de una intensificación de esa cultura centrada en la razón, como plantean algunas soluciones, incluyendo la ‘economía verde’— ella aboga por otra forma de racionalidad (no dualista, no colonialista) que resitúa la práctica humana dentro de la ecología y a los no humanos dentro de una ética de respeto y responsabilidad (vé
    2. la invención de algo llamado ‘la economía’ como un dominio independiente de pensamiento y acción ligado a otra poderosa ficción, el mercado autorregulador —con la ciencia económica supuestamente a cargo de decirnos la verdad al respecto—.9 Aunque es posible que la economía neoliberal haya sido sacudida hasta la médula por la crisis financiera de 2007-2008, el imaginario económico en términos de individuos que realizan transacciones en los mercados, la producción, el crecimiento ilimitado, el capital, el progreso, la escasez y el consumo continúa sin obstáculos. Co

      [...] "el futuro está siendo masacrado en el matadero del crecimiento económico” [...] La desnaturalización de la economía es un área de trabajo crítico activo, por ejemplo, en la imaginación de economías diversas (Gibson-Graham 2006) y de economías sociales y solidarias (sobre todo en América Latina; e.g., Coraggio et al., eds. 2013; Coraggio y Laville, eds. 2014) más allá de la economía capitalista o en las propuestas de decroissance (decrecimiento) en Europa y de alternativas al desarrollo en América del Sur. [...] “los marginados por la sociedad económica en la era del desarrollo están cada vez más dedicados a marginar a la economía” (2009: 20). Descentrar a la economía de la vida social y ecológica es una condición esencial de todo activismo y diseño para la transición. Esto se expresa con claridad, por ejemplo, en muchas experimentaciones actuales con la relocalización de la producción de alimentos y energía.

      En el proyecto Ceptr hablan de productos con apellidos, vinculados a sistemas de producción en lugar de bienes fiduciarios. Una libra de carne o arroz, dejan de ser sólo eso, para convertirse en orgánicos, producidos localmente y de productor conocido.

      Ese camino a la trazabilidad y transparencia puede darse en el caso de Grafoscopio con la forma como deconstruimos los datos, la escritura y la publicación.

  5. Sep 2017
    1. In primo luogo si fa riferimento al contesto economico globale,a causa del quale i territori giungono agli eventi sismici dopo anni di crisi economica e recessione che hanno impoverito le risorse economiche locali, hannogenerato disoccupazione e nehanno,almeno in parte,determinato lo spopolamento.Le risorse assai limitate che hanno pesantemente inciso sulla tenuta del sistema produttivo determinano una capacità di reazione,sia di natura sociale che economica,inferiore a quella che si sarebbe potuta ottenere se i medesimi eventi sismici avessero colpito un territorio economicamente forte e stabile.Inoltre,è necessario considerare che la fragilità delle Istituzioni e del territorio risulta ancora più penalizzantequalora si tenga presentela complessità del quadro normativo e l’inopportunità di procedere in deroga alla normativa ordinaria.
    2. Un territorio nonsoltanto un territorio fragile dal punto di vista economico e con un tasso di spopolamento importante,ma caratterizzato anche da una notevole debolezza istituzionale determinata dalla presenza di piccoli o piccolissimi Comuni;questi,senza gestioni condivise di uffici o funzioni15–anche a seguito della forte contrazione delle risorse pubbliche –,stentano a disporre delle risorse umane e finanziarie necessarie per affrontare la complessità dell’attività amministrativa quotidiana e, dunque, non possono detenerele competenzenecessarie per far fronte alla vastità e complessità della ricostruzione.
  6. Nov 2015
    1. Aparentemente, segundo o que Bob Murphy fala logo depois do meio da gravação, nos Estados Unidos, até o Obamacare, existiam planos de saúde que não cobriam todas as frescuras médicas que os planos de saúde brasileiros cobrem (psicólogos, consultas de meninos gripados, dentista, dermatologista), mas apenas grandes fatalidades e acidentes.

      Um plano desse é realmente um seguro de saúde, e não uma babá médica, e provavelmente é bem mais barato e bem menos elástico em relação à idade do segurado.

      Também, se havia esse tipo de plano, é porque era possível pagar por consultas e procedimentos médicos individualmente, sem que estes custassem uma fortuna (este mesmo áudio conta um caso de um procedimento totalmente sem risco, que seria realizado pela assistente do médico em menos de 30 minutos, o sujeito quis pagar em dinheiro e cobraram dele 700 dólares -- isto pós-Obamacare).

  7. Oct 2015
    1. Um sistema bancário livre, como sugerido na pergunta do Hélio Beltrão, não teria, como disse o Gustavo Franco, "o poder discricionário de criar moeda".

      Mas teria, no entanto, vários outros tipos de controles e balanços, que seriam criados automaticamente pelo mercado, e que tornariam inútil essa capacidade. Em resumo, os bancos não precisariam criar moeda discricionariamente porque não haveria crises monetárias como a de 2008 e, quando houvesse crises importadas elas não trariam risco algum de crise bancária.

      Este arranjo, que para todos os efeitos é apenas uma hipótese imaginária, vale? Bate com a realidade e se encaixa na teoria econômica que Gustavo Franco conhece e defende? Acho que sim, mas seria interessante ouvir o que o Gustavo Franco pensa. O problema é que isto nunca vai acontecer, porque Gustavo Franco é, como mostra este vídeo, incapaz até mesmo de compreender a pergunta.

    2. Gustavo Franco não entendeu a pergunta do Hélio Beltrão sobre bancos livres, achou que ele estava perguntando sobre currency board.

      este vídeo é a prova de que esses poucos economistas "ortodoxos" inteligentes nunca nem ouviram falar -- e são incapazes de conceber -- situações de liberalismo -- o liberalismo mesmo que eles defendem -- extremo, como é o caso de um sistema bancário livre.

    1. eu ia começar a enumerar aqui algumas coisas que este modelo escolhe deliberadamente ignorar e que são importantíssimas para quem quer compreender verdadeiramente como se dão as alterações de preço e coisas do gênero, mas como os "cientistas" iriam dar risinhos sarcásticos da minha enumeração, pensando: "que imbecil, ele não entendeu ainda que o modelo é bom quando ele faz boas previsões?", vou então dizer só o seguinte: quando, cientistas, este modelo aqui, ou qualquer um mais completo e que você consideraria bom, conseguiria fazer alguma previsão?

      percebam que nos modelos físicos há alguns que fazem realmente previsões e essas previsões são "falseáveis", e nesses casos não há qualquer discussão sobre qual modelo é melhor, porque a experiência fala por si mesma.

      se o sujeito tem que ficar descrevendo modelos em um blogue e dizendo embaixo que "isto não parece muito plausível" nós já deixamos há muito tempo o mundo da ciência ideal que é pregado por aí.

    2. eis aqui um exemplo bem fácil de como não se deve pensar em conceitos econômicos. tá certo que isto é uma postagem de blogue e um paper acadêmico teria fórmulas muito maiores, mas também é verdade que os primeiros modelos matemáticos introduzidos na teoria econômica eram mais simples do que este, e eles já continham a semente de todo o mal que veio a se produzir depois.