42 Matching Annotations
  1. Mar 2021
    1. This semi-colon is added to prevent changing the code behaviour (the famous line ending with parentheses, etc) Most people will use a JS minifier If they don't, a single extra character is unlikely to change much If I'm right about all the above: Why don't we simply always add a semi-colon regardless of what the file ends with?
  2. Feb 2021
    1. provide information for the following call type ONLY: New Enrollment Card Not Received
    2. you may proceed with standard verification
    3. If the full SSN provides an account
    4. the caller is a Conduent CH and the Conduent Calls call type should be used for the remainder of the call
    5. If the full SSN does not populate an account
    6. refer to the New Enrollment Card Not Received call type in the DCFC
    7. advise the CH they will need to be routed back to the IVR to complete verification of their PIN before we can proceed with the call
    8. Mr./Mrs. Cardholder, please note that we’ll not be able to assist you if you have not entered your card information using the right prompts in our Automated Telephone System/IVR. Therefore, I am going to have to transfer you to the Automated Telephone System so you can enter your card information using the relevant prompts and, if needed, press the right option to talk to one of our customer service representatives.
    9. select IVR State and Card Verification
    10. select the transfer option in Intello
    11. do not put the caller on hold
    12. I apologize for any inconvenience this may cause you; however, your PIN must be verified in the automated system before I am able to share account specific information for your security.
    13. If the cardholder refuses to be transferred to the IVR
    14. you have confirmed the card is Active
    15. If Yes
    16. If No
    17. Ask the cardholder if they have received their Direct Express Card
  3. Dec 2020
  4. Nov 2020
    1. About auto-close bots... I can appreciate the need for issue grooming, but surely there must a better way about it than letting an issue or PR's fate be semi-permanently decided and auto-closed by an unknowing bot. Should I be periodically pushing up no-op commits or adding useless "bump" comments in order to keep that from happening? I know the maintainers are busy people, and that it can take a long time to work through and review 100s of open issues and PRs, so out of respect to them, I was just taking a "be patient; they'll get to it when they get to it" approach. Sometimes an issue is not so much "stale" as it is unnoticed, forgotten about, or consciously deferred for later. So if anything, after a certain length of time, if a maintainer still hasn't reviewed/merged/accepted/rejected a pull request, then perhaps it should instead be auto-bumped, put on top of the queue, to remind them that they (preferably a human) still need to review it and make a decision about its fate... :)
  5. Sep 2020
    1. I was now about to form another being of whose dispositions I was alike ignorant; she might become ten thousand times more malignant than her mate and delight, for its own sake, in murder and wretchedness.

      No one knows what someone will be like after they've been brought into the world, but we don't lament every single person who is born. When someone you know is having a kid you don't say to them: "remember H.H. Holmes? Are you sure you want to have kid? They might be ten thousand times worse than H.H. Holmes!" Because that would be ridiculous.

  6. Nov 2019
    1. Ma conscience, d’où sortait-elle ? d’où tirait-elle ses pouvoirs ?

      Réflexion authentiquement philosophique : philosophie de l’esprit, métaphysique, tentative d’auto-réflexivité.

  7. Apr 2019
    1. umlivroquemudaamaneiracomovivemosavida

      Quando a um sujeito faltam propósitos de vida, condição em que sequer se pode falar em planejamento e perseguição de metas, em que pode consistir mudar a vida?

      Em ter propósitos, em planejar metas e em adotar estratégias para alcançá-las.

      Primeiramente, a criação, o desenvolvimento e a prática de hábitos cruciais ao despertar dos próprios sonhos, à definição de propósitos, ao planejamento de metas e, por conseguinte, ao estabelecimento e à prática de estratégias dirigidas à sua consecução.

      A consecução de metas é uma conquista. Toda conquista propriamente dita é uma luta. Assim, mudar a maneira como vivemos a vida consistiria, então, num empoderamento em favor da luta.

      A questão que daí emerge - questão em geral muda e que não quer permanecer calada - é sobre as possíveis categorias de luta.

      Se nos atemos àquela que é mais famosa, hoje mais atrativa à academia e ao ringue, ficamos com a luta individual.

      Uma segunda categoria é a da luta familiar, aquela em que a família se une como um time. Embora valorizada e frequentemente associada à luta individual, a luta familiar goza de muito menos prestígio.

      Porém, ainda que muito menos atrativa - uma vez que extensa e intensamente vilipendiada, bem como de ainda mais difícil prática, há também a luta coletiva, categoria que não abole as outras, antes podendo abarca-las no seu seio, em benefício de todos os seus praticantes.

      Uma vez que são os propósitos a definir as inclinações, cabe considerar nos sonhos a sua vinculação a tais categorias.

      O que se deseja do viver? Se queremos mudar a maneira como vivemos a vida, em favor de que propósitos é que pretendemos fazê-lo? Os propósitos de vida de alguém seguramente não se confinam a um único ringue. A luta individual, a luta familiar e a luta coletiva são categorias não só praticáveis em conjunto, mas que até mesmo se beneficiam de serem praticadas desde uma visão do conjunto em que, aliás, necessariamente tomam parte.

      Livro característico dos discursos de auto-ajuda, O Milagre da Manhã, de Hal Elrod, certamente traz boas doses de um embriagante individualismo. Mas isso não quer dizer que o seu conteúdo não sirva até mesmo ao empoderamento para a luta coletiva. É questão de empreender uma abordagem que, longe de inocente às armadilhas da interpretação, esteja desperta diante de dois precipícios: aquele no fundo do qual ouvimos o canto de serei do individualismo e aquele que nos incita ao mero e tolo repúdio a tudo o que exalte a individualidade, quando de fato é neste que uma primeira e crucial mudança precisa ser operada.

      Afirmar, como o faço, que o sujeito precisa, assim como preciso, mudar a maneira como vive a vida não é o mesmo que dizer que o sujeito deve se confinar no estreito do individualismo, mas, isto sim, que uma mudança positiva do sujeito - portanto, com vistas a tornar-se, como se diz, "uma pessoa melhor" - envolve a atenção e o cultivo de três dimensões de nossas vidas: a individualidade, a sociedade , o meio ambiente.

      Essa perspectiva holística remete ao teor germinal de toda espiritualidade anterior e não confinável a qualquer religião. A integralidade da semente que em cada qual se compõe - ou pode se (re)compor - quer buscar a luz, a fim de germinar. Seus nutrientes precisam de qualidade na percepção, na afecção e na concepção das relações que tecemos na intensidade e na extensão do indivíduo, do coletivo e de nosso meio. No que concebo como "o melhor", essas dimensões são indissociáveis, sob pena de nos mutilarmos, a cada qual e ao todo.

      Todos os dias, cada pessoa - ainda que não o saiba - está diante da oportunidade de começar um milagre pessoal. E também a oportunidade de tomar parte na tecitura de um milagre mais vasto, que nos inclui e nos supera, se estendendo para além de nós, milagre que depende de nós, o Milagre do Amanhã, daquele amanhã que figuremos como futuro desejável para as vidas pessoais e a vida coletiva, para a vida humana e de tudo o mais que vive, para a vida no planeta. Para a Vida, o milagre de afirmá-la, ainda mais quando muito a absorve e mutila e nega em sua beleza, extensão, potência e diversidade.

      Quaisquer que sejam os propósitos, quaisquer que sejam as lutas, xs leitores de O Milagre do Amanhã podem se beneficiar, cada qual a seu modo, das lições passíveis de serem depreendidas da leitura. Tanto melhor o fará - eis a minha perspectiva - quanto melhor se equilibrarem entre aqueles limites, cientes de que a leitura é diálogo, quer consigo, quer com outras pessoas, quer com a vida, quer com o mundo que nos atravessa. Deste mundo nos cabe cuidar em pelo menos dois sentidos: cuidar que as forças que o reduzem, com isso nos reduzindo, não venham a prosperar sobre nós de modo a nos tolher a própria potência da vida; cuidar para que se amplie a nossa compreensão do mundo, individual e coletiva do, assim o fazendo pelo bem próprio e pelo bem comum.

      Que os ritos propostos como 'life savers' nos sirvam a todxs na amplitude de seu possível alcance, portanto na salvação de vidas.

  8. Feb 2019
    1. These models are emerging, which is why its exciting to be involved in the ground floor of this sector, however some models clearly make sense already and thats largely because they closely follow the models free software itself has shaped. If you want status, then you can make a name for yourself by leading a team to write the docs ala free software itself, if you want money then build the reputation for the documentation team and contract out your knowledge (eg. extend the docs on contract ala free software).

      Creo que hay que conectarlo con modelos de microfinanciación y tiendas independientes tipo Itch.io y que el experimento debería ser progresivo pero dejar un mapa posible de su propio futuro. Algo así intentaremos en la edición 13a del Data Week.

  9. Dec 2018
    1. Looking for cheap car insurance in Virginia should be carefully reviewed. Buying an car is expensive and you will be tempted to compensate the expense with cheap insurance. Cheap car insurance will result in being cost effective at the time of accident. You should buy inexpensive car insurance that gives you the compulsory minimum cover requisite in the Commonwealth of Virginia, the important covers to take care of your major expenses during an accident, and eliminates minor covers that may saddle you with a hefty premium payment. This will give you the satisfaction of driving a car with the support of adequate car insurance.
  10. Sep 2018
  11. May 2018
    1. When you contain the source of a thought, that thought can change along with you as you acquire new knowledge and new skills.  When you contain the source of a thought, it becomes truly a part of you and grows along with you. Strive to make yourself the source of every thought worth thinking.  If the thought originally came from outside, make sure it comes from inside as well.  Continually ask yourself:  "How would I regenerate the thought if it were deleted?"

      I really don't see myself being able to do anything like this

  12. Feb 2018
    1. ¿Es posible pensar en configuraciones no totalizantes que no se comporten como sistemas convencionales pero que, sin embargo, actúen como un todo? Dicho de otra manera, el pensamiento de sistemas se basa en la idea de que el todo surge de la interacción de las partes. Durante las últimas tres décadas las teorías de emergencia y auto-organización han puesto de relieve el hecho de que estos procesos dan lugar a sistemas complejos que no son fijos ni estáticos sino abiertos y adaptables y, a menudo, existen dentro de condiciones de inestabilidad y lejos del equilibrio

      O en equilibrio dinámico.

    2. Para los posestructuralistas puede ser cuestionable el uso de este concepto que, como la estructura, la identidad o la esencia, ha sido fuertemente criticado y deconstruido por sus conexiones con la organicidad, la totalización y el comportamiento a la manera de una ley, sin siquiera mencionar las aplicaciones militares-industriales posibilitadas por el análisis de sistemas. Esta crítica es importante; sin embargo, es otro ejemplo de la manera como el posestructuralismo deconstruye demasiado y no reconstruye lo suficiente. Las nociones de redes y entramados (assemblages) han sido, por supuesto, importantes agendas reconstructivas (e.g., Latour 2007; de Landa 2006) pero es justo decir que la cuestión de las totalidades (wholes), la forma y la coherencia sigue sin resolverse en la teoría social. La teoría de la complejidad ofrece pistas útiles en este sentido. Como Mark Taylor (2001) señalara al discutir estos conceptos “después de considerar la lógica de las redes debe quedar claro que los sistemas y las estructuras —sean biológicas, sociales o culturales— son más diversas y complejas que lo que los críticos deconstructivos piensan. Los sistemas de auto-organización emergentes actúan como un todo pero no totalizan [...] En vez de reprimir las diferencias [como temen los deconstructivistas] la actividad global [i.e., sistémica] aumenta la diversidad de la que dependen la creatividad y la vida productiva” (
  13. Jan 2018
    1. Muchas personas consideran que la teoría de sistemas vivos es la base del diseño para la conservación, regeneración y cuidado de los sistemas naturales; estos objetivos involucran ‘sembrar’ todos los sistemas socionaturales con diversidad y crear resiliencia a través de redes inteligentes, aprovechando el potencial de autoorganización de los sistemas naturales y sociales. Algunos teóricos de la ecología van en contra de la dominancia del diseño experto y claman por [...] un proceso profundamente participativo en el que los lenguajes y las barreras técnico/disciplinarias se transformen hacia una comprensión compartida del problema del diseño. El diseño ecológico cambia las viejas reglas sobre qué importa al conocimiento y quién cuenta como conocedor. Sugiere que la sostenibilidad es un proceso cultural más que experto y que todos debemos adquirir una competencia básica en la formación de nuestro mundo [...] Durante demasiado tiempo hemos esperado que las profesiones del diseño transformen un mundo considerado como inerte de tal forma que funcione. La alternativa es tratar de catalizar, suavemente, las potencialidades de auto-diseño de la naturaleza (van der Ryn y Cowan 2007: 147, 130).

      [...] El enfoque de diseño ontológico de Ehrenfeld (2008: 21) lo lleva a concluir que la sostenibilidad puede ser posible a través del diseño, pero para que esto ocurra debe tener lugar una “convulsión cultural”. Podemos colocar esta declaración en la misma clase que las convocatorias a las transiciones civilizadoras que discutiré en el Capítulo 4. Para muchos movimientos sociales étnico-territoriales la sostenibilidad involucra la defensa de toda una forma de vida, un modo de ser-saber-hacer. Estas son algunas de las contribuciones más importantes a la red de conversaciones recurrentes que componen la crisis ecológica y los intentos por corregirla

      Quizás las primeras prácticas para ese diseño que se inspira en lo local y lo vivo pasen por dinámicas que potencien individuos y pequeñas comunidades, como el proyecto de trabajo en abierto que surgió del reciente encuentro con bibliotecas públicas.

    2. el metarrelato del ‘razonamiento abstracto’ del conocimiento ignora una característica muy importante de la producción de conocimiento que el pensamiento de diseño no olvida: el hecho de que la creación es siempre emergente, en los dos sentidos del término, es decir, auto-organizada y ‘alter-organizada’. Este último calificativo significa que el académico/diseñador también establece elementos y toma decisiones que permiten que la dinámica de auto-organización despegue y haga su trabajo.

      ¿Hasta qué punto el Data Week y las Data Rodas han permitido alter-organizaciones?